
- Alianças evoluem conforme o cenário, como mostram exemplos recentes no Brasil
A conversa de que Álvaro Dias e o senador Styvenson Valentim já disseram no passado não serem bolsonaristas e agora aparecem ao lado de Flávio Bolsonaro, sendo acusados de incoerência, não passa de balela.
Na política, posições evoluem conforme o momento, os interesses e o cenário eleitoral. Isso não é exceção — é regra. Um exemplo claro vem do Ceará, onde Ciro Gomes aparece liderando as pesquisas com larga vantagem contando com apoio de setores ligados ao bolsonarismo, grupo que ele sempre criticou.
Outro caso emblemático é o da ministra Simone Tebet. Durante a campanha presidencial, ela fez duras críticas ao então candidato Luiz Inácio Lula da Silva em debate na TV Globo chamando-o de ladrão. Hoje, está no governo e integra sua base.
Ou seja, alianças mudam, posições se ajustam e a política segue seu curso. E daí? É somente uma pergunta.
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